Quem nunca deixou que seus “fingers” despejassem um emaranhado de palavras que muitas vezes mostram o que está nos sufocando por dentro, o que não podemos ver, dizer, apenas sentir e pronto...
Quem nunca percebeu que coisas boas, às vezes, vieram das ruins, assim como a alegria que muitas vezes vem da tristeza.
Quem nunca, neste mundo obstinado pela perfeição inalcançável, soube apreciar a beleza interior que somos, não a beleza exterior que temos ou que procuramos adquirir sem medir sacrifícios.